domingo, 29 de junho de 2014

Robben admite que se jogou no pênalti que deu vitória à Holanda

Com uma sinceridade impressionante, o meia-atacante Arjen Robben reconheceu que se jogou no lance que gerou o pênalti que, convertido pelo atacante Klaas-Jan Huntelaar, deu à Holanda a vitória por 2 a 1 sobre o México neste domingo nos acréscimos da partida pelas oitavas de final da Copa do Mundo.
"Quero me desculpar. Me joguei. Às vezes, você espera que marquem a seu favor, mas não deveria ter feito isso. Foi estúpido", disse o jogador à rede de televisão holandesa "NOS" logo após o duelo disputado no Castelão, em Fortaleza.
Robben declarou, no entanto, que no final do primeiro tempo sofreu dois pênaltis consecutivos, na jogada na qual o zagueiro mexicano Héctor Moreno sofreu uma fratura na tíbia direita.
"Ele atingiu minha perna e se lesionou. E depois voltaram a me acertar. Se isso não foi pênalti, não sei". acrescentou.
Robben contou que ele mesmo disse a Huntelaar, que entrou no final da partida, para que cobrasse o pênalti.
"Perguntei: você quer cobrar? Pensei que Huntelaar seria o nome ideal por ser um atacante de classe, que estava descansado", declarou. EFE
Fonte: Esporte Interativo

Nem todos jogam só por dinheiro. Gregos abriram mão de premiação!


Para os que acham que jogador de futebol só que saber de dinheiro, a seleção grega está aí para provar o contrário. Contrastando com os ganeses, que beijaram e cheiraram o dinheiro da premiação extra, os jogadores gregos recusaram pagamento extra por chegar as oitavas. Além disso, pediram a construção de um CT para a equipe. Os jogadores enviaram uma carta para o primeiro-ministro do país, Antonis Samaras. A recusa ao prêmio e o pedido pela construção de um centro de treinamento estavam no texto. O documento foi enviado neste domingo.

"Não queremos bônus extra, ou dinheiro. Jogamos pela Grécia e pelas pessoas. Tudo o que queremos é que você apoie nosso de esforço de procurar um terreno e criar um centro que será a casa da seleção nacional", dizia a carta, segundo o site Newsbomb.gr.
Fonte: Esporte Interativo

Aos poucos arenas vão se despedindo da Copa do Mundo. O que fazer agora?

A Copa do Mundo acabou. Pelo menos para Curitiba, Cuiabá, Natal e Manaus, que não terão mais partidas do torneio. Cada uma dessas cidades recebeu quatro jogos da primeira fase do Mundial e viveu dias de efervescência. O balanço oficial feito pelos governantes é que o Mundial foi positivo e trouxe benefícios aos municípios. O público total das 16 partidas realizadas nesses estádios foi de 634.102 torcedores, média de 39.631, número muito distante da realidade dos campeonatos regionais. Agora, de volta à rotina, os governantes buscam soluções para as arenas. 
Em Curitiba, a Arena da Baixada se tornou um enorme desafio para o Atlético Paranaense. A diretoria planeja operar o estádio com média de público próxima à capacidade total, de 43 mil torcedores. As receitas de bilheteria serão decisivas para o clube conseguir honrar os empréstimos feitos durante o período das obras. “A parte mais difícil vem depois da Copa do Mundo, que é pagar a conta”, admitiu o presidente Mauro Celso Petraglia. A previsão inicial era de que a reforma da arena custaria ao clube R$ 135 milhões, mas o valor saltou para R$ 330 milhões. O Atlético tenta dividir a conta com o governo do Estado e a prefeitura de Curitiba, mas ainda não resolveu o impasse. Como a reforma atrasou, o estádio foi entregue incompleto à Fifa para a Copa do Mundo. Agora, o Atlético vai ter mais gastos para terminar a obra e ainda fazer os trabalhos de adaptação da arena às necessidades do clube.
EM MANAUS - O futuro da Arena Amazônia preocupa. O governo do Estado, proprietário do estádio, já contratou uma empresa que deverá apresentar nos próximos meses um estudo com as opções mais viáveis de utilização do espaço. Atualmente há duas possibilidades: o Estado continua com o estádio e apenas repassa a operação para a iniciativa privada ou abre licitação para concessão integral durante o período de 20 anos. Um dos principais entraves da operação é o alto custo de manutenção, estimado em aproximadamente R$ 500 mil por mês. O destino do estádio, inclusive, é motivo de muita polêmica em Manaus. O Tribunal de Justiça do Amazonas já chegou a sugerir que a arena seja transformada em um centro de triagem de presos. Há quem defenda que o estádio, que custou quase R$ 670 milhões, seja vendido.
EM NATAL - Natal já faz planos para o seu estádio depois do Mundial. Com a retirada das arquibancadas provisórias, a Arena das Dunas terá sua capacidade reduzida de 40 mil para 31 mil espectadores. A ideia é não deixar o estádio com muitos lugares vazios em dias de jogo, já que ABC e América, os dois maiores clubes do Estado, têm médias de público baixas. No primeiro semestre, a média no estádio foi de pouco mais de 6 mil torcedores por jogo. Assim, o governo planeja levar shows de grande porte para a cidade, a fim de manter a arena ocupada. “O Rio Grande do Norte tem o cenário propício para grandes eventos internacionais, que têm força para impulsionar o desenvolvimento do turismo”, apostou o secretário de Esportes, Joacy Bastos. Pelos próximos 20 anos, o local será administrado por uma Parceria Público Privada (PPP) entre o Estado e a concessionária responsável pela obra.
EM CUIABÁ - O secretário extraordinário da Copa no Mato Grosso, Maurício Guimarães, chegou a dizer que, se tivesse de dar uma nota para o desempenho de Cuiabá no evento, “sem dúvida seria dez”, apesar de muitas obras de mobilidade urbana não terem sido concluídas. “A Copa do Mundo no Estado de Mato Grosso passou muito longe do fracasso que todos acreditavam que seria. Não houve necessidade de um plano B”, disse. O desafio dos mato-grossenses agora é não deixar que a Arena Pantanal se transforme em um elefante branco. Já na última quinta-feira, um dia depois do último jogo da Copa no estádio, o processo de licitação da arena para concessão à iniciativa privada foi iniciado. Também caberá ao governador Silval Barbosa (PMDB) conduzir negociações para levar jogos do Campeonato Brasileiro para Cuiabá nos próximos meses. Tudo para não deixar o estádio sem utilidade.

KK no São Paulo do Campeonato Brasileiro

Kaká está acertado com o São Paulo por empréstimo. O meia jogará pelo time paulista até o final do ano, revelou Ataíde Gil Guerreiro, dirigente do clube. Kaká deve assinar contrato com o Orlando City, equipe norte-americana, mas estará emprestado ao São Paulo até 31 de dezembro. A temporada nos Estados Unidos só começa em 2015.
"Depois de 60 dias de negociação, estamos acertados, mas não existe nada formalizado. Em termos de valores, está tudo acertado, entre todas as partes envolvidas, que é o Milan, a Liga Americana, o Orlando, o Kaká e o São Paulo", revelou o dirigente.