quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Veranópolis: Os caminhos do VEC para 2017

Em 2017 o Veranópolis Esporte Clube disputa o seu Vigésimo quinto Campeonato Gaúcho, e busca dar um passo a mais e ingressar em uma das séries do Campeonato Brasileiro. Apesar de já ter disputados duas Copas do Brasil, o Pentacolora vai aos poucos amadurecendo a ideia de alcançar um pouco a mais. O desejo da diretoria que assume o clube é este, mas, esbarra em algumas dificuldades. A primeira delas e assegurar que o VEC permaneça na elite do futebol gaúcho, depois conquistar uma das vagas para 2018 na série D do Brasileiro. A vida financeira do clube é sempre difícil, o VEC anda no fio da navalha, e se errar pode pagar um preço alto, pois isso significaria extrapolar o orçamento, e é tudo que a direção não quer. Se o Pentacolor conquistasse uma vaga para a série D, seria necessário adequar o orçamento para poder disputar o campeonato. Para o Gauchão, e mesmo para uma hipotética vaga  para o Brasileiro, o trabalho do Dep. de Marketing será muito importante. Hoje este departamento é ocupado por Paulo C. Guzzo e Volcir Pasuch, que tem a incumbência de captar, divulgar e prospectar novos caminhos que possam reverter em recursos para financiar o clube nas competições. Eles não trabalham sozinhos, lá está também Luana Trentin, que é funcionaria do clube neste setor, e todos são comandados pela dupla Generosi e Roncatto. Um grupo forte de homens que são líderes em seus segmentos compõem a diretoria num todo, e que também tem na dedicação e no comprometimento a formula de levar o clube até seus objetivos.   


Kleyton Agostini agora vai jogar na Itália


O meia atacante Kleyton Agostini deixou o Whitehawk FC, time que possui o mesmo nome da cidade que fica há 80 km de Londres, e está na Itália. O veranense assinou contrato com o Hellas Taranto, da região de Puglia, e que disputa a quinta divisão italiana. Kleyton recebeu outras propostas, inclusive de equipes que disputam outras sérias do Italiano, mas como os campeonatos estão em andamento, ele somente poderia jogar a partir de Janeiro. Agostini preferiu continuar em atividade, e por isso assinou a 10 dias, e aguarda somente a liberação para poder atuar.


Nova Prata: ANPE retoma trabalho com as categorias de base 1999-2000-2001 e 2002-2003-2004.


A Associação Nova Prata vai começar no sábado, dia 08, os treinos das categorias de base no campo do Brasil. O trabalho acontece a partir das 08:45hs para os atletas nascidos nos anos de 1999-2000-2001 e 2002-2003-2004. Informações poderão ser obtidas pelos telefones 9956 5523 com o Gamota, ou 9924 3862 com o Ivair.
A direção da ANPE comunica também, que durante as segundas e quartas continuam os treinos no Bairro São João Bosco, pela manhã a partir das 09:00hs, e a tarde as 15:00hs.


Campeonato Gaúcho de Vôlei, somente três equipes participam este ano

Há 20 anos o Campeonato Gaúcho de Vôlei foi disputado entre oito equipes. Hoje, a competição começa com apenas três: Bento Vôlei, Voleisul e Canoas vão jogar a menor edição do torneio desde 2008 – nos três anos seguintes o campeonato nem foi realizado. Para piorar, as divergências entre a Federação Gaúcha de Vôlei (FGV) e os clubes contribuem para a desvalorização.
Para Marcelo Fronckowiak, técnico do Vôlei Canoas, equipe tetracampeã gaúcha, o modelo de gestão da FGV desvaloriza os parceiros comerciais, fazendo com que o esporte não seja atrativo de investimento das empresas:
– O principal que a Federação deveria fazer é abreviar burocracias. Devemos repensar o modelo, porque ele é excludente. Acabamos dependendo das leis de incentivo ao esporte.
Dependente do Programa Pró-Esporte, o Bento Vôlei sofre com a suspensão do benefício desde agosto. Ainda aguarda a retomada do projeto para confirmar presença na próxima Superliga. Enquanto isso, a equipe se ressente da falta de investimentos, como aliás ocorre com os clubes de alto rendimento em geral. 
Ex-jogador e atual dirigente do Bento Vôlei, Rafael Fantin, o Dentinho, fez parte da última equipe gaúcha que faturou a competição nacional, a Ulbra, na temporada 2002/2003. Agora, responsabiliza a FGV pelo o insucesso do Campeonato Gaúcho:
– Eles não devem só cobrar taxa, têm de ter envolvimento para termos nossas marcas divulgadas.
Carlos Cimino, presidente da Federação Gaúcha de Vôlei (FGV) e árbitro da Federação Internacional de Voleibol (FIVB), mostra-se tranquilo quanto às críticas. Justifica o fracasso da competição estadual às questões mercadológicas:
– Os empresários não estão mais investindo. O transporte e a alimentação encareceram. Estamos negativos em termos de produção e isso acaba refletindo nos times. Incentivar as empresas a investir não é dever da Federação. Nosso papel é organizar eventos. Então, tem de ter cuidado para falar que nós não estamos fazendo nada. Os clubes têm de bater nas portas para procurar investimento. É duro. 


AS EQUIPES
Vôlei Canoas
Técnico: Marcelo Fronckowiak
É a atual tetracampeã gaúcha e o time a ser batido. No início do mês, sagrou-se campeã da Copa Paquetá, que também contou com a participação de Castro, Voleisul e Universidade Feevale. Para a temporada, recontratou Giovanni e apostou em contratações como a do também central Maicon Leite e do líbero Thales.

Voleisul
Técnico: Reinaldo Bacilieri
Com a equipe formada há pouco mais de dois meses, o time de Novo Hamburgo entra como franco-atirador na competição. Buscando recursos para disputar a Superliga B, montou um time que mistura a experiência do ponteiro Luciano Bozko, 37 anos, com a juventude do levantador Bernardo Roese, 22.

Bento Vôlei
Técnico: Carlos Montovanelli
Sem grandes investimentos, a equipe da Serra espera surpreender os adversários com um time renovado. Os problemas financeiros fizeram com que mais da metade da equipe fosse montada com jogadores da região de Bento Gonçalves. As exceções são o levantador Rodrigo Rívoli, o central Zé Ricardo, ponteiro Dante, o líbero Daniel e o oposto Alexandre Bergamo, que disputaram a Superliga passada

Fonte: Clicrbs