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segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Veranópolis: Setembro vem aí, e com ele o Municipal de Futebol de Campo. Vai começar a luta pelo título!


E Setembro vai começar o tradicional Campeonato Amador de Veranópolis, e as equipes estão se preparando para esta competição que apontará o Campeão de 2016. Na sexta-feira, 19 de agosto, aconteceu a reunião com as equipes participantes e a Secretaria de Esportes, e nela foram definidas as chaves e tabela do Campeonato Municipal de Futebol 2016 de Veranópolis.
A abertura oficial do campeonato ocorrerá no dia 2 de setembro, uma sexta- feira, às 20 horas, no Estádio Antônio David Farina, com a partida entre UNIÃO DA SERRA X MERCENÁRIOS, pela CHAVE B.


As chaves estão divididas da seguinte forma:
Chave A
1 A METRALHAS
2 A JUVENTUS
3 A ARMAÇÃO
4 A IPIRANGA A
5 A VALVERDE

Chave B
1 B UNIÃO DA SERRA
2 B HALIANÇA A
3 B PLANALTO A
4 B MERCENÁRIOS
5 B KIZOMBA
6 B IPIRANGA

Chave C
1 C HALIANÇA B
2 C PLANALTO B
3 C VALÊNCIA
4 C CRUZEIRO
5 C GUARANI

Confira as primeiras rodadas do campeonato:

UNIÃO DA SERRA X MERCENÁRIOS - 02/09/2016 - 20h00min ADF
METRALHAS X JUVENTUS - 03/09/2016 - 16h00min - ADF
ARMAÇÃO X IPIRANGA A - 03/09/2016 - 14h00min - IPIRANGA
KIZOMBA X PLANALTO A - 03/09/2016 - 14h00min - ADF
HALIANÇA A X IPIRANGA - 03/09/2016 - 16h00min - IPIRANGA
HALIANÇA B X PLANALTO B - 03/09/2016 - 14h00min - PLANALTO
VALÊNCIA X CRUZEIRO - 03/09/2016 - 16h00min - PLANALTO
JUVENTUS X IPIRANGA A - 10/09/2016 - 14h00min - IPIRANGA
VALVERDE X METRALHAS - 10/09/2016 - 14h00min - ADF
PLANALTO A X UNIÃO DA SERRA - 10/09/2016 - 16h00min - PLANALTO
KIZOMBA X HALIANÇA A - 10/09/2016 - 16h00min - ADF
PLANALTO B X CRUZEIRO - 10/09/2016 - 14h00min - PLANALTO
GUARANI X HALIANÇA B - 10/09/2016 - 16h00min - IPIRANGA

domingo, 21 de agosto de 2016

Olimpíadas: A serra tem um campeão olímpico. Éder Carbonera é medalha de ouro.

Farroupilhense de nascimento e caxiense de coração, Éder Carbonera entrou para a história das Olimpíadas com a seleção masculina de vôlei. Ele e seus companheiros conquistaram a medalha de ouro dos Jogos do Rio 2016 ao vencerem na final a Itália por 3 sets a 0, no domingo, no Maracanãzinho. 
Éder Carbonera, 32 anos, começou na UCS, ganhou projeção na Cimed, em Santa Catarina, e nos últimos anos foi multicampeão brasileiro pelo Cruzeiro, de Minas Gerais. Sete vezes campeão nacional, campeão mundial de clubes, campeão da Liga Mundial, campeão Pan-Americano e agora campeão olímpico.

Olimpíadas: O ouro do vôlei brasileiro


A seleção masculina de vôlei do Brasil conquistou neste domingo a medalha de ouro dos Jogos Olímpicos Rio-2016, ao vencer na final a Itália por 3-0 em um Maracanãzinho lotado. Para o delírio da torcida, o time do técnico Bernardinho venceu com parciais de 25-22, 28-26, 26-24 e conseguiu retornar ao topo do pódio olímpico após 12 anos. Depois de duas medalhas de prata consecutivas (Pequim-2008 e Londres-2012), a seleção concretizou o sonho de conquistar o ouro dentro de casa, nos Jogos Rio-2016. Esta é a terceira medalha de ouro do vôlei masculino brasileiro em Olimpíadas. As outras foram vencidas em Barcelona-1992 e Atenas-2004, esta última já sob o comando de Bernardinho - o país também tem uma prata de Los Angeles-1984.
A medalha do vôlei masculino é a sétima de ouro do Brasil nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, o que representa a melhor campanha do país na história das Olimpíadas. Após uma série de vice-campeonatos no último ciclo olímpico, como o Mundial da Polônia-2014 e a Liga Mundial deste ano, a equipe masculina consegue dar a volta por cima e conquistar o título mais importante da modalidade. 
O vôlei masculino brasileiro fez história ao chegar à quarta final seguida de Olimpíada. E o líbero e líder da equipe, Serginho, de 40 anos, também escreveu seu nome no livro dos recordes ao se tornar o primeiro atleta de um esporte coletivo do país a conquistar quatro medalhas olímpicas.

Veranópolis: VEC Master, mais uma vitória e a continuidade da liderança. Continental 1 X 2 VEC


Terceiro jogo do VEC Master no Campeonato Gaúcho, terceira vitória do time do técnico Darlan da Conceiçao. No sábado dia 20, jogando fora de casa a equipe Pentacolor venceu o confronto frente a equipe do Continental em partida válida pela 3ª rodada do Campeonato Gaúcho Máster 2016, a partida foi realizada na cidade de Morro Reuter e os gols foram marcados por Ronaldo e Clever para o VEC e Lirio para o Continental. Com este resultado o Timaço do Peito mantém a liderança da competição, e terá mais um jogo fora de casa, contra a equipe de Feliz.

Ficha Técnica
Continental 1 X 2 Veranópolis 

Continental: Titulares: Altemir Jacobsen, Luiz Corneo, Altemir Lopes, Singlair, Júlio Cesar, André, Wilson, Luis Sariva, Luis Fischborn, Lírio e José Bueno. 
Suplentes: Alvaro, Nivaldo, José Bauer, Moacir, Edson, Jair Francisco e José Livino.
Treinador: Jeferson Cidade

Veranópolis: Titulares: Jung, Paulão, Tampa, Rigotti, Age, Peru, Dé, Balalo, Ronaldo, Gilnei E Daltro. 
Suplentes: Seu, Aires, Cerezo, Clever, Marinello, Marinello, Nalin, Soares, Beto, Bira e Helder.
Treinador: Darlan Da Silva Conceição

Gols: Lirio (Continental); Ronaldo e Clever (Veranópolis).

Fonte: mastergaucho

Olimpíadas: A trajetória do Brasil até chegar a Medalha de Ouro no futebol


Foram necessários 64 anos, mas a seleção brasileira enfim chega ao ouro nos Jogos Olímpicos, numa conquista que serve de redenção para uma geração de jogadores que, pelo menos, desde a Copa do Mundo no Brasil, em 2014, vinha sendo apontada como desprovida de grandes craques, assim como a responsável pelo rebaixamento da seleção brasileira do papel de protagonista para o de coadjuvante no futebol mundial. Quis também o destino que o ouro fosse proporcionado por uma vitória sobre a Alemanha, país que derrotou o Brasil por 7 x 1 na semifinal do Mundial de 2014, no Brasil. O feito de agora passou longe de ser encarado pelos brasileiros como uma revanche para o fiasco de dois anos atrás. Um dos motivos é o de a seleção olímpica alemã ter em seu elenco somente um jogador que estava presente no Mundial, o zagueiro reserva Mathias Gunter. Mas esse foi um ingrediente a mais para incrementar o sabor de ganhar em casa um título há muito sonhado. A perseguição ao ouro olímpico, último grande título internacional que faltava ao Brasil no futebol, ganhou contornos de obsessão nas últimas décadas, sentimento que acabou catalisado nestes Jogos Olímpicos, pelo fato do elenco jogar em casa, na primeira Olimpíada na América do Sul.

História começa em Helsinque

O Brasil estreou nos Jogos Olímpicos em 1952, em Helsinki, quando ficou em quinto lugar, após uma derrota nas quartas de final justamente para a Alemanha. Desde então foram conquistados dois bronzes, em Atlanta (1996) e Pequim (2008). As pratas foram fruto de três derrotas em finais: em Los Angeles para a França, em 1984; em Seul para a União Soviética, em 1988; e em Londres para o México, em 2012.
Foram necessárias portanto quatro finais para que os jogadores brasileiros finalmente pendurassem o ouro no pescoço, numa competição que ao longo dos anos ficou marcada pela zebra, tendo como medalhistas no passado países sem nenhuma chance em Copas do Mundo, como Bulgária, Suíça, Japão e Camarões. 
O fenômeno se deve à restrição imposta pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) e pela Federação Internacional de Futebol (Fifa), que permitem a participação nos Jogos somente de atletas abaixo dos 23 anos, com três exceções para cada país. A medida serve para amenizar o protagonismo midiático do futebol sobre outros esportes e equilibrar o torneio, ao contribuir para a ausência de grandes craques.
Uma dessas zebras foi a marcante derrota dos brasileiros para a Nigéria na semifinal de 1996, em Atlanta, quando a seleção era comandada por Zagalo e tinha os astros Bebeto, Ronaldo e Rivaldo na dianteira. O Brasil marcou um gol de falta logo nos primeiros dois minutos e terminou o primeiro tempo vencendo por 3 x 1. Mas a equipe derreteu na segunda etapa, cedendo o empate no tempo regulamentar. Na prorrogação, tomou o gol de ouro. Na disputa pelo bronze, o time se recuperou, goleando Portugal por 5 x 0.

Primeria medalha

A primeira medalha pode também ser considerada uma zebra, pois surgiu quando ninguém esperava. A prata em Los Angeles (1984) foi conquistada por um time formado sem o apoio da CBF, com um elenco composto por jogadores quase que exclusivamente do clube gaúcho Internacional, incluindo Gilmar Rinaldi e Dunga, e comandado por um técnico novato, Jair Picerni. Acabaram perdendo a final por 2 x 0 para a França.

Nos Jogos seguintes, em Seul (1988), a história era outra. Treinado pelo experiente Carlos Alberto Silva, o elenco contava com astros que viriam a ser tetracampeões mundiais com a amarelinha, entre eles o goleiro Taffarel e os atacantes Bebeto e Romário. Mais uma decepção na final, com derrota de 2 x 1 para a União Soviética.

Eliminado na primeira fase em Roma (1960), Tóquio (1964) e Cidade do México (1968), o Brasil sequer se classificou para Barcelona (1992). Mas seria em Sidney (2000) que a canarinha protagonizaria talvez a maior decepção de sua trajetória olímpica, ao ser eliminada novamente por um gol de ouro, dessa vez por Camarões, na quarta de final. O fiasco custou o cargo de Vanderlei Luxemburgo como técnico, e a seleção voltaria a ficar fora de uma Olimpíada na edição seguinte, em Atenas (2004).

Jogos de Pequim e Londres

Em Pequim (2008), sob o comando de Dunga e tendo Ronaldinho Gaúcho como capitão, a seleção brasileira voltaria ao pódio, conquistando o bronze sobre a Bélgica após ter perdido a semifinal para a bicampeã olímpica Argentina. 
Mas seria em Londres (2012) que uma nova decepção marcaria o Brasil: depois de chegar sem dificuldades à final, o time perdeu para o México por 2 x 1.
Para chegar ao tão sonhado ouro, Neymar e companhia superaram toda a carga pesada de decepções passadas da seleção em Olimpíada e em torneios internacionais disputados no Brasil.  Ao fim, eles conseguiram se recuperar de um início de campanha apático e deram finalmente ao torcedor o direito gritar “É campeão” a plenos pulmões em casa, no Maracanã.


Ex VEC Paulo Henrique Marques é o novo técnico do São Luiz de Ijuí


Na tarde de sexta-feira (19) o São Luiz acertou a contratação do seu primeiro reforço para 2017, trata-se de Paulo Henrique Marques, técnico de 51 anos que em 2016 defendeu as cores do Tupi de Crissiumal e que trabalhou no Pentacolor, deixando muitos amigos por aqui..
Paulo Henrique é natural de Santa Rosa, iniciou sua carreira de técnico em 2002 quando assumiu a equipe da SER Santo Ângelo. O treinador também acumula passagens pela ULBRA (Canoas), Santa Cruz, Passo Fundo, Guarani de Bagé, Guarani de Camaquã, Avenida, Esportivo, Juventus (Santa Rosa), Palmeirense e aqui na região pelo Veranópolis Esporte Clube.
Além do Técnico, o São Luiz também oficializou a contratação de Anderson de Lazzari, preparador físico que trabalha atualmente no Ypiranga de Erechim, outro profissional que também trabalhou no VEC.
Fechando a comissão Técnica, Fernando Antes, ficará com a função de Auxiliar Físico e Técnico de Paulo Henrique. Boa sorte Paulo Henrique, e sucesso neste novo trabalho.

sábado, 20 de agosto de 2016

Olimpíadas: A tecnologia que a gente não vê no taekwondo


A explicação resumida do taekwondo é: luta em que o atleta tem que acertar o tórax e a cabeça do rival para pontuar e, assim, vencer o combate. A simplicidade das regras, do dojang - espécie de tatame, onde os duelos acontecem -, a pouca visibilidade do esporte escondem o quão tecnológico é o esporte. E, nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, pela primeira vez o chip implementado no colete para marcar os pontos, foi introduzido no capacete, uma novidade que promete auxiliar a arbitragem.


O sistema funciona da seguinte forma: a meia que os atletas utilizam nos combates possuem ímãs que, quando encostam no colete ou no capacete, acionam o sensor de impacto das proteções. Quando há o impacto, a informação é transferida por wifi para os computadores - o que implica na imediata aparição da contagem nos monitores e placares. 
Como as categorias variam de peso, há uma sensibilidade diferente para cada uma delas e, quanto mais pesado o atleta, menor a sensibilidade. As luvas - diferentemente do que muita gente pensa - não têm sensor algum.

Nova Bassano: Bayern é tetracampeão bassanense no futsal


O Bayern é campeão municipal de futsal de Nova Bassano, pelo quarto ano consecutivo. Os jogos que definiram o campeonato bassanense aconteceram no remodelado ginásio de esportes do município, e contaram com um grande número de torcedores, aliás, ginásio lotado. O Bayern foi arrasador, é já na metade do primeiro tempo vencia por 4 X 0. Ao final do jogo, o agora tetracampeão, venceu o São Brás por 6 a 2. Portanto o Bayern sagrou-se campeão da categoria Livre de Futsal de Nova Bassano. Parabéns a jogadores, torcida e dirigentes.


Na categoria feminina o Nova Bassano Futsal venceu o Queens de Nova Prata por 1 X 0 na prorrogação e conquistou o título da categoria. Foi um jogo bastante disputado, com as meninas buscando seu espaço em todas as bolas e todas as jogadas com empenho, tanto é verdade que o campeonato somente se dissidiu na prorrogação, quando o time da casa pode vibrar com seu torcedor.
Na categoria veteranos o Santo Isidoro foi o campeão. Outro jogo muito disputado e que se definiu mais para o final. As duas equipes muito bem em quadra buscaram o resultado até o último apito, e o Santo Isidoro venceu por 4 x 2 a União Agroindústria Agnolin, e pode comemorar o título.



sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Veranópolis: VEC Master tem jogo fora de casa neste sábado


No final de semana tem rodada do Campeonato Gaúcho Master 2016. O Veranópolis Esporte Clube vai defender a invencibilidade fora de casa contra o Continental. O Pentacolor jogou duas partidas e venceu as duas. 
Jogando na casa do adversário o técnico Darlan espera um jogo duro e muito difícil, mas com calma e repetindo um bom futebol a soma de pontos é possível. Confira a rodada da chave do VEC.
 20/08 
15:30 
 Continental x Veranópolis
 20/08 
15:30 
   Esportivo x Bento
 21/08 
10:00 
 Morro Reuter  x Feliz

Olimpíadas: Bruno e Alison, o Mamute e o Mágico, uma parceria de sucesso e de ouro


Eles se conhecem há cerca de dez anos e foram parceiros no início da carreira. Mas foi a partir do final de 2013 que Bruno e Alison, mais experientes e maduros, se reencontraram para formar a dupla que conquistaria o ouro do vôlei de praia dos Jogos Olímpicos do Rio-2016.
Nascido em Vitória (ES) em dezembro de 1985, Alison Cerutti começou a jogar vôlei no clube capixaba Álvares Cabral, em 2001, depois de desistir de ser jogador de futebol. Quatro anos depois, trocou a quadra pela praia. De 2005 a 2009, ele, que tem 2,03m de altura e é apelidado de "Mamute" por causa do tamanho e da força de suas cortadas, foi parceiro do conterrâneo Vinícius, de Bernardo, Harley e de Bruno. Em 2010, se juntou a Emanuel, que havia conquistado a medalha de ouro em Atenas-2004 e a de bronze em Pequim-2008. A parceria deu certo e, juntos, eles ganharam a prata em Londres-2012.
A nova parceria com Bruno Schmidt foi formada no final de 2013. Na época, o sobrinho de Oscar Schmidt era parceiro de Pedro Solberg, eliminado dos Jogos do Rio-2016 nas oitavas de final junto com Evandro. No ano seguinte, os dois foram campeões do Superpraia 2014, além de terem terminado em terceiro no Circuito Mundial do mesmo ano.
O início não foi fácil para Alison, que precisou morar na casa de Bruno em 2006, quando foi morar no Rio. Além das dificuldades financeiras, teve que superar a desconfiança de familiares, que não acreditavam que ele pudesse viver do esporte, pois não o viam como uma profissão.
Com o tempo, a desconfiança familiar foi desaparecendo. Por conta da forte ligação que Alison tem com os parentes, voltou a morar no Espírito Santo e tatuou uma pequena cruz com as iniciais dos nomes dos entes queridos nas pontas: "a" do pai Abílio, "n" da mãe Nicéia, "a" da irmã Aline e "a" dele próprio. Com o apelido, está em paz. Há cinco anos fez uma tatuagem de um mamute na costela e mandou escrever “dias de luta, dias de glória”, referência a uma música de Charlie Brown Jr.


Bruno passou a ser chamado de "Mágico" por causa das jogadas que pareciam impossíveis de realizar. Sobrinho do "Mão Santa" do basquete brasileiro Oscar Schmidt, Bruno Schmidt um dia achou que sua estatura poderia poderia limitar a carreira. Afinal, 1,85m é uma altura considerada baixa para os padrões vôlei de praia. Mesmo assim, ele não desistiu e compensou com uma capacidade técnica invejável.
Nascido em outubro de 1986, Bruno começou a carreira no vôlei de quadra em 2002, no Iate Clube de Brasília. Dois anos depois, passou para a praia. Mas foi apenas em 2006, após conquistar o campeonato mundial sub-21 com Pedro Solberg, que ele deixou de ter dúvidas sobre o seu futuro como atelta. Até então, se via trabalhando em um escritório de advocacia com o irmão.
Além de Solberg, nos últimos dez anos, formou parceria com João Maciel, o capixaba Billy, com Benjamin, Alison e Fábio Luz (medalha de prata em Pequim-2008).

Fonte: http://oglobo.globo.com/

Escola de base do Veranopolis Esporte clube realizou amistosos no ADF

  No sábado a tarde no ADF aconteceram jogos das categorias de base do Veranópolis Esporte Clube, foram os primeiros amistosos oficiais do P...