sexta-feira, 25 de julho de 2014

Inter quer repatriar Fred, e a possibilidade é boa!

Um papel timbrado com as cores do Inter e com a assinatura do presidente Giovanni Luigi já foi enviado à Ucrânia e está na mesa do bilionário Rinat Akhmetov. Nos dizeres do documento, a intenção de repatriar o garoto Fred, de 21 anos, do Shakhtar Donetsk para o Beira-Rio. A operação é complicada. Mas representantes do jogador e direção do Inter estão otimistas para um desfecho favorável. A janela de contratações do Exterior para o Brasil fecha no dia 13 de agosto, uma quarta-feira. Flamengo e Atlético-MG tem interesse no jogador. A negociação entrou em caráter "stand-by". Não pegou bem com Akhmetov a tentativa de deserção dos jogadores brasileiros. Por conta disso, os ânimos estão acirrados em Donestk. Fred retornou nesta quinta-feira ao Leste Europeu. Foi o primeiro do quinteto de brasileiros (que inclui Douglas Costa, Dentinho, Alex Teixeira e Ismaily) a se reapresentar — embora com um atraso de cinco dias. Fred estava na CASA de sua mãe, em Belo Horizonte e retornou a Donetsk como uma espécie de barganha para fluir a negociação. Para voltar a jogar no Inter, Fred teria de ampliar seu vínculo com o Shakhtar por mais um ano, até 2019. Abriria mão de boa parte do salário, inclusive, para vestir vermelho novamente. É claro para o garoto e seus representantes que não é o momento de retornar ao futebol brasileiro e que o mercado europeu é sedutor. Mas a multa rescisória de 45 milhões de euros — e a vontade de o Shakhtar em contar por muito tempo com seu futebol — complica qualquer transferência no Velho Mundo. Em um primeiro momento, Fred atuaria no Inter até o final do ano. Tempo para mudar a situação entre a Rússia e a Ucrânia. Porém, na carta de intenção enviada por Luigi aos ucranianos, o vínculo seria até a metade de 2015. A ideia da direção é que Fred atue em uma possível Libertadores. A grave crise entre Ucrânia e Rússia já beneficiou o Inter uma vez. No começo da temporada, o meia Alan Patrick teve o seu empréstimo ampliado até o final de 2014, uma vez que o meia pediu para permanecer no Brasil por mais tempo, em vez de voltar para o Shakhtar.