segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Olimpíadas: Poliana Okimoto, Artur Zanetti e a dobradinha de Hypólito e Nory. Medalhas para o Brasil

Poliana Okimoto, bronze na maratona aquática

Depois de sofrer uma hipotermia nos Jogos Olímpicos de Londres, Poliana entrou em depressão. Recuperou-se, foi campeã do mundo em 2013, teve uma lesão grave e 2014 e em 2015 tinha como foco apenas de classificar: “Foi em 2013 que comecei a acreditar nessa medalha. O campeonato mundial me mostrou que eu era capaz. Minha preparação foi muito e mesmo aos 33 anos eu sabia que estava em progressão. Eu merecia muito essa medalha”, disse.

"A prata em casa é muito mais gostosa", diz Arthur Zanetti

A prata foi muito comemorada pelo brasileiro. Desde a hora que saiu do aparelho, festejou com os técnicos, viu a nota e depois quando recebeu a medalha e conversou com os jornalistas. Em nenhum momento das falas, seu semblante mudou. Zanetti aproveitou para elogiar os outros brasileiros, que conseguiram ou não medalhas, agradeceu patrocinadores e familiares. A prata de Diego e o bronze de Nory foram as primeiras medalhas do Brasil na história da prova de solo dos Jogos Olímpicos. Antes da dobradinha, a única medalha brasileira no esporte havia sido o ouro de Arthur Zanetti nas argolas em Londres.


Hypólito e Nory fizeram dobradinha no pódio de ginástica artística

O Brasil deu show na final do solo e garantiu dobradinha na ginástica artística com as medalhas de prata e bronze nos Jogos Olímpicos do Rio. São as primeiras medalhas da ginástica masculina no solo. Até o Rio 2016, o ouro de Arhur Zanetti, em Londres 2012, era a única medalha do país até o momento. 
A equipe masculina de ginástica artística do Brasil fez história novamente nos Jogos Rio 2016. Depois de participarem pela primeira vez da final por equipes, os ginastas brasileiros chegaram ao inédito pódio na prova individual do solo e em dose dupla