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O ESPORTE TEM A FORÇA DE MUDAR O MUNDO.

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Nova Prata: Domingo tem Nova Prata X São Borja pela Terceirona Gaúcha 2016


No domingo, às 15:00h acontece mais uma partida pelo Campeonato 2016 da Terceirona Gaúcha. A equipe pratense da Associação Nova Prata, jogará em casa, frente ao adversário que enfrentou no último domingo, e venceu por 3X1, o São Borja. Essa partida abre o returno dessa fase. Após, a ANPE, jogará também em casa, na próxima quarta-feira, dia 29, contra o Gaúcho de Passo Fundo. A equipe está em segundo lugar no seu grupo e com mais uma vitória e um empate, praticamente garantiria a classificação para a fase dos jogos eliminatórios.

Fonte: Rádio Ativa FM

quinta-feira, 23 de junho de 2016

A luta pelo retorno. Caxias venceu Pelotas e agora lidera a segundona.


O Caxias foi o primeiro clube que venceu em casa neste quadrangular final da Segundona. Jogando no estádio Centenário, recebeu o Pelotas e buscou a liderança com a vitória por 2 a 1. Foi o primeiro encontro nesta competição em que apenas o campeão conquistará o acesso para elite do futebol gaúcho. O reencontro vai acontecer na próxima quarta-feira (29) no estádio da Boca do Lobo abrindo o segundo turno desta reta final do certame. 
O jogo entre União Frederiquense e Brasil de Farroupilha no domingo (26) às 15h fecha a terceira rodada e o primeiro turno da Segundona.
Quadrangular Final


TIME DO MOMENTO NA SÉRIE ‘B’ É COMANDADO POR ‘DISCÍPULO DE TITE’


Ele não gosta de ser chamado de discípulo, mas não esconde a admiração por Tite. Gilmar Dal Pozzo, técnico do Paysandu, foi goleiro do Caxias, treinado por Tite, no título gaúcho de 2000. Depois, Gilmar fez estágio com o mestre no Corinthians. Dal Pozzo tem 100% de aproveitamento em 3 jogos no Paysandu nesta Série, incluindo uma vitória sobre o Vasco, no Rio. E nenhum gol sofrido. É a melhor sequência de uma equipe neste momento, na competição:

Paysandu 1×0 Avaí 
Vasco 0x2 Paysandu 
Paysandu 1×0 Joinville 

Antes da estreia de Dal Pozzo no Paysandu, que ocorreu na nona rodada, o time era 18º colocado (antepenúltimo), a 10 pontos do 4º colocado. Três rodadas depois, o clube aparece em 11º, a 5 pontos do 4º. 

No jogo diante do Joinville, na última terça-feira (22/06), Dal Pozzo utilizou dois velhos conhecidos do torcedor do Internacional: o lateral-direito Edson Ratinho e o volante Augusto Recife.

Fonte: Franklin Berwig - fazendonumero.final

Nova Prata: Sábado tem semifinal do Futebol Sete.

As semifinais do 14º Campeonato Aberto de Futebol Sete, serão realizadas no próximo sábado, 25 de junho, às 14 horas, no campo da Associação Esportiva e Recreativa Brasil, no Bairro Basalto. As disputas serão entre:

FC Galácticos x Faixa Azul
Atlético Ipiranga x Vila Sapo

A realização é do Município de Nova Prata, através da Secretaria de Esportes e Conselho Municipal de Desportos. Convide seus amigos e prestigiem! *Em caso de chuva, os jogos serão transferidos.

Fonte: Rádio Ativa FM

quarta-feira, 22 de junho de 2016

22 de Junho de 1997: INTER “ABRIA AS TORNEIRAS” PARA ADIAR JOGO DE SEMI-FINAL CONTRA O VERANÓPOLIS

Como hoje, há exatos 19 anos, ou seja, em 22 de junho de 1.997, fortes chuvas que caíram na manhã daquele domingo, e uma “ajudinha” nunca confirmada da direção do Internacional, trancando a drenagem do gramado do Beira-rio, para que a água não escoasse, e ainda, “abrindo as torneiras, para encharcar, ainda mais o gramado, fizeram com que a partida da tarde, contra o Veranópolis, fosse adiada para o dia seguinte, segunda-feira.
O colorado tinha perdido o jogo de ida daquela semi-final, 2×1, para o ótimo time do Veranópolis, e teria que vencer duas vezes para ir à final do campeonato contra o Grêmio, que no dia anterior, tinha vencido o Brasil de Pelotas, duramente, após empate no tempo normal e nos pênaltis, apenas numa quase interminável série de penalidades máximas.

Par o Inter, adiar o jogo seria uma grande vantagem pois, com o gramado ruim, seria muito mais difícil vencer ao time de Veranópolis duas vezes, nos 90 e na prorrogação, além de contar com um pequeno público, devido ao mau tempo. Já, em sendo o jogo no dia seguinte, a partida, pelo regulamento, seria de “portões abertos”. Tanto estava certa a direção colorada que no dia seguinte, dia útil, 40 mil torcedores empurraram time para as duas vitorias, colocando o time na final.
A transferência do jogo foi recebida com risadas pelo presidente do Grêmio, Luiz Carlos Silveira Martins. Para ele, o Grêmio foi prejudicado no sábado,dia anterior, porque foi obrigado a jogar sob temperatura de 31 graus em pleno inverno e condenou a tentativa de condicionamento imposta pelo Inter, referindo-se a atuação de Alexandre Barreto, cuja atuação foi , na sua ótica, visivelmente prejudicada no 1º tempo por todo o clima criado a partir do jogo disputado em Veranópolis.

Frases e fatos daquele Domingo

O adiamento, pedido desde o período da manhã, foi definido depois de o árbitro Luís Carlos Boaro examinar o campo.

A decisão gerou bate-boca entre dirigentes dos dois times. O vice-presidente colorado, Paulo Rogério Amoretty, e o presidente do Veranópolis, Valdemar De Carli, se desentenderam e tiveram de ser contidos por dirigentes da Federação.

De Carli reclamou do tratamento dado por Amoretty ao clube da Serra pois o dirigente colorado tinha dito que o estádio Antônio David Farina era um chiqueiro e criticou o vestiário do clube da Serra, por ser muito pequeno.

A direção do Veranópolis exigiu que o horário fosse mantido, embora Inter e FGF tenham sugerido que o jogo fosse à noite(hoje) para facilitar a ida de torcedores ao estádio.

Em coro, os poucos torcedores que compareceram ontem ao Beira-Rio pediram a saída de toda a direção colorada e do técnico Celso Roth.

De Carli criticou também a imprensa. Embora em entrevista à Rádio Guaíba o jogador Santarosa tenha concordado que ‘se atirou’ no lance do pênalti no 1º jogo, o dirigente disse que ‘ele não disse isso’. Denunciou, ainda, que estaria recebendo telefonemas anônimos pedindo que torcedores de Veranópolis não venham ao estádio.

O repórter da época na Rádio 96,1, Paulo Lera Presotto, também discutiu rispidamente com o presidente do Inter.

Veranópolis tinha melhor time, estava motivado, e o jogo no Domingo teria dado a vaga a final ao Pentacolor.

Fonte: bolaporcima.final 

Veranópolis: Vem aí os Jogos de Integração da Longevidade


Nova Bassano: Municipal de futsal no remodelado Ginásio Zeferino Zottis, é sucesso.


Já está acontecendo em Nova Bassano, no remodelado Ginásio Municipal, o Campeonato de futsal da cidade. Na noite da terça-feira, dia 21 de junho, aconteceram três jogos pelo Campeonato Municipal de Futsal da cidade de Nova Bassano. Os resultados foram os seguintes:
Polar 2 X 2 Spartakus
São Brás 5 X 3 Amigos
Bayern 4 X 2 Leicester

Na quinta-feira, dia 23, tem mais três jogos que envolverão as categorias de Veteranos, Feminino e Livre, confira:

Veteranos: Planalto X União Agroindústria Agnolin
Feminino: Nova Bassano X Amigas do Futsal
Livre: União Agroindústria Agnolin X Cruzeiro


O municipal de futsal acontece no Ginásio Municipal Zeferino Zottis, com início sempre às 19:00 horas.


O torcedor de Nova Bassano e região agora tem um ginásio totalmente remodelado, mais aconchegante e pronto para grandes competições.



Acompanhe o municipal de futsal comparecendo, e torcendo pelo seu time.






Fonte: VOX FM 98,3

Ex roupeiro do VEC, Otávio ainda tem guardado dedicatória do técnico Tite, agora da Seleção Brasileira


A passagem do técnico Adenor Leonardo Bacchi mais conhecido como Tite no comando do VEC, ficou marcado no trabalho de um excelente profissional que continua sendo, mas também, pela simplicidade, amizade e grande ser humano que é.
Exemplo disso, é esta dedicatória deixada por Tite ao primeiro roupeiro da história do VEC, Otávio Alves de Oliveira.



Otávio guardou por estes vinte e poucos anos esta mensagem. Hoje Tite é o técnico da Seleção Brasileira, mas o mais importante, não esqueceu das pessoas que estiveram ao seu lado lá no começo de tudo. 

Fonte: Paulo Cesar Ghiouleas

Seleção Brasileira do Tite, jogará na Arena em Porto Alegre contra o Chile pelas eliminatórias


Conforme promessa da CBF, a Seleção jogará na Arena do Grêmio na última rodada das Eliminatórias, em 2017, contra o Chile, de Eduardo Vargas e Arturo Vidal, talvez o jogo mais decisivo de todo o torneio. A partida da 18ª rodada ainda não tem data definida, mas será disputada no segundo semestre, quase meio ano antes da Copa do Mundo da Rússia. 
A estreia de Tite no Brasil será em Manaus, no dia 6 de setembro, depois de enfrentar o Equador, do gremista Miller Bolaños, em Quito, quatro dias antes, pela sétima rodada das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2018. 
Os ingressos do jogo na Arena Amazônica estão à venda. O mais barato custa R$ 100. O mais caro sai por R$ 450, mas oferece camiseta exclusiva, espaço no lounge e um generoso open bar, com whisky, vodca, cerveja, refrigerante, água, música e DJ. Seleção fará mais dois jogos oficiais no país depois de setembro e outros dois no Exterior, com Venezuela e Peru, times mais frágeis do torneio, antes do final do ano. Enfrentará a Bolívia, no dia 7 de outubro, na Arena das Dunas, em Natal. A partida pagará uma dívida política de Marco Polo Del Nero com dirigentes potiguares.
Em novembro, o Brasil jogará com a Argentina. A CBF deverá escolher o Itaquerão, em São Paulo, lar corintiano e casa histórica do treinador, como sede do clássico. Mesmo que as relações com o clube, depois da saída do treinador, estejam congeladas, será uma excelente oportunidade para aproximar a criticada Seleção dos tempos de Dunga com o exigente público paulista. 
A grande maioria corintiana estará ao lado de Tite.



Fonte: Luiz Zini Pires - ZH

terça-feira, 21 de junho de 2016

46 anos do Tri no México - O dia em que o Brasil encantou o mundo



A Seleção Brasileira passou a ter a hegemonia do futebol mundial em 1970, na Copa do Mundo do México. O tricampeonato que fez o mundo se render à superioridade verde e amarela não poderia vir de maneira mais expressiva: para uma grande conquista, um time de sonhos. Para muitos a melhor seleção já formada em todos os tempos. A bela história que os melhores jogadores do mundo construíram começou a ser desenhada em 4 de fevereiro de 1969. Foi quando João Saldanha aceitou por a serviço da CBD as muitas teses que defendia como comentarista de jornal, rádio e TV e os conceitos que aplicara com algum sucesso como técnico do seu clube, o Botafogo, entre 1957 e 1959. O time foi campeão carioca no primeiro ano.






João Saldanha assumiu e não deu margem a especulações. Foi logo definindo seu time titular para as Eliminatórias que viriam, embora ainda restassem quase seis meses. “Vamos ter 11 feras”, disse, escalando, de imediato, uma equipe formada com base no Santos, no Botafogo e no Cruzeiro, os três melhores times do Brasil à época: Félix, Carlos Alberto Torres, Brito, Djalma Dias e Rildo; Wilson Piazza, Gérson e Dirceu Lopes; Jairzinho, Tostão e Pelé.



A Seleção disputou sete amistosos antes da estréia e venceu todos, um deles contra a Inglaterra, 2 a 1 no Maracanã, com um gol que Tostão marcou nos acréscimos, sentado na pequena área. Foi a partir daí que João trocou o 4-3-3 pelo ousado 4-2-4, substituindo Dirceu Lopes por Edu, um ponta-esquerda especialista. Mas as “feras” seguiram sua trajetória invicta. O time obteve uma classificação tranqüila, com seis vitórias em seis jogos, a última delas de 1 a 0 sobre o Paraguai, no Maracanã, em jogo que estabeleceu o recorde oficial de público dos 54 anos de história do estádio: 183.341 pagantes. O gol foi de Pelé, aproveitando rebote do excelente goleiro Aguillera.


Sob o comando de João, a Seleção só perdeu uma vez – para a Argentina, em Porto Alegre – praticando um futebol ofensivo e de enorme qualidade técnico. Mas o forte temperamento do treinador, um tanto avesso a críticas, acabou determinando a sua saída. As dificuldades começaram em 3 de setembro de 1969, na última partida daquele ano, na qual a Seleção foi derrotada por 2 a 1 pelo Atlético-MG no Mineirão, e terminaram no empate de 1 a 1 em jogo-treino contra o Bangu, no Estádio de Moça Bonita, subúrbio carioca, em 14 de março de 1970. Quatro dias depois, João Saldanha deixou o cargo. Após tentar o ex-apoiador paulista Dino Sani, campeão mundial em 1958, e o carioca Oto Glória, que levara Portugal ao terceiro lugar na Copa de 1966, a CBD optou por Mário Jorge Lobo Zagallo, bi do Rio e da Taça Guanabara com o Botafogo em 1967-68. E aqui um parênteses. É uma tremenda injustiça insistir na tese de que a Seleção Brasileira que ganhou o tri foi inteiramente concebida por João. Seria absurdo, é evidente, tirar-lhe o mérito de ter levado o torcedor a resgatar a crença de que o tri seria possível. João teve também a preocupação de evitar que pudessem se repetir os erros de 1966, para que a Seleção não chegasse ao Mundial sem uma estrutura montada.


Zagallo teve o mérito de aparar as arestas da herança deixada pelo antecessor e a sabedoria de levar adiante as mudanças que se faziam necessárias para tornar o time mais competitivo. Os zagueiros Djalma Dias e Joel Camargo deram vagas a, respectivamente, Brito e Wilson Piazza. O lateral-esquerdo Rildo foi trocado por Everaldo. Piazza, que disputara as Eliminatórias como volante, sua posição de origem, recuou, abrindo espaço para Clodoaldo. E Edu foi sacado para a entrada de Rivelino, que passou a fazer o terceiro homem de meio-campo. Com João, o time seguia jogando no 4-2-4, um esquema já um tanto superado pelas seleções da Europa. Nove delas estariam no México, três no grupo do Brasil, e não seria interessante, concluiu Zagallo, enfrentá-las em desvantagem. Zagallo também encontraria problemas em sua trajetória, como no empate de 0 a 0 com a Bulgária no Morumbi, quando experimentou deixar Pelé no banco, dado que ainda defendia a tese, logo abandonada, de que o “Rei” e Tostão não podiam jogar juntos, por serem craques de características semelhantes.


A Seleção chegou ao México um mês antes do Mundial, para realizar um trabalho de adaptação à altitude, e deu importância especial ao preparo físico, certa a comissão técnica de que com fôlego de sobra a equipe, indiscutivelmente de alta qualidade, seria imbatível. Nas Eliminatórias, o time marcou 23 gols em seis jogos, contra a Colômbia, o Paraguai e a Venezuela. No Mundial provou definitivamente que Zagallo não era apenas cauteloso, como muitos ainda afirmam, marcando 19 vezes em seis partidas e enfrentando três ex-campeões mundiais, a Inglaterra, o Uruguai e a Itália. A conquista do tricampeonato é um capítulo mais do que especial na história da Seleção. Pelas seis vitórias – 4 a 1 na Tchecoslováquia, 1 a 0 naInglaterra, 3 a 2 na Romênia, 4 a 2 no Peru, 3 a 1 no Uruguai e 4 a 1 naItália – e por pelo menos quatro jogadas de efeito que fazem parte de qualquer enciclopédia que se proponha a contar a história do futebol, todas envolvendo Pelé.


São elas: a bola chutada do meio-campo que saiu raspando o travessão, enquanto o goleiro tcheco Viktor corria inútil e desesperadamente para detê-la; a antológica defesa do inglês Gordon Banks em cabeçada certeira no canto direito, após cruzamento de Jairzinho; o inédito drible de corpo que enganou Mazurkiewicz, seguido da conclusão que saiu caprichosamente pelo lado esquerdo da baliza defendida pelo uruguaio; e o toque de gênio, calculado com régua e compasso, para Carlos Alberto Torres marcar o quarto gol contra a Itália.

Fonte: CBF