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O ESPORTE TEM A FORÇA DE MUDAR O MUNDO.

domingo, 4 de setembro de 2016

Nova Prata: SER Amigos Sub15 venceu a AAV por 3 X 2

Escolinha do SER Amigos sub 15 realizou jogo amistoso contra Associação Atlética Veranópolis no último sábado, dia 3. O SER Amigos venceu o jogo pelo placar de 3 x 2 com gols Leandro, Gustavo e Roger. Foi um amistoso muito bom, onde o time pratense pode desenvolver em campo, tudo o que é trabalhado na categoria de base. 


Em pé Barbeirinho, Pinduca, Sandro, Gabriel, Thiago, Lucas Baiano, Gustavinho, Bruno, André, Davi, Guilherme, Bottin
Agachados :Deivid,Leandro, josmar,Gustavo, Dionathan, Alan,Luciano, Roger, Wesley e Ariel

Veranópolis: VEC/Faucon vence no Centenário. 4 X 1 Para o Pentacolor


Jogando em Caxias do Sul, a equipe Sub-19 do Veranópolis não tomou conhecimento dos donos da casa, e conseguiu uma importante vitória pelo placar de 4x1. Na primeira etapa Ari invadiu a área pela direita, tabelou com Marcos, e chutou, abrindo o placar para o Pentacolor. Logo após Gean recebeu a bola na entrada da grande área e chutou na saída do goleiro, marcando o segundo gol da partida. Ainda no primeiro tempo da partida, Ari driblou o zagueiro e o goleiro e rolou para trás, Marquinhos escorou, mandando a bola para o fundo da rede.
O Veranópolis terminou o primeiro tempo em vantagem, porém na segunda etapa o Caxias descontou de pênalti.
E no fim da partida Gean novamente marcou, após tabela com Marquinhos após um rápido contra ataque, sacramentando a vitória do Veranópolis. Importante vitória do time do técnico Sananduva na caminhada para a classificação. Vencer fora de casa, e deum time que irá tirar pontos dos outros adversários, é obter a oportunidade de ganhar mais força para o restante da competição. 
O Veranópolis volta a campo dia 08/09 no ADF contra a equipe do Inter-SM.



Fotos: Rafael Tomé / S.E.R. Caxias

sábado, 3 de setembro de 2016

Ex técnico do Veranópolis vai treinar o São Gabriel no acesso 2017

Marcelo Fidelcino Caranhato, 39 anos, foi anunciado como o novo técnico do São Gabriel para a disputa da Divisão de Acesso 2017. Ele substitui Gelson Conte, que esteve à frente do clube gabrielense por duas temporadas consecutivas (2015 e 2016). 
Caranhato treinou diversos clubes do Rio Grande do Sul, entre eles o VEC, e de Santa Catarina. Comandou o União Frederiquense no início da Divisão de Acesso 2016, mas não terminou o campeonato no cargo.

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Estado Islâmico proíbe árbitros em jogos de futebol na Síria, e atleta lesionado deve lesionar igualmente o seu adversário


As partidas de futebol na Síria não terão mais árbitros por determinação do Estado Islâmico. De acordo com o grupo extremista, os homens do apito "violam os mandamentos de Alá" para cumprir as determinações da Fifa. As informações são do jornal inglês Independent, que teve contato com representantes do Observatório dos Direitos Humanos da Síria, órgão baseado no Reino Unido.
De acordo com a interpretação que o Estado Islâmico tem do Alcorão, por exemplo, um atleta lesionado deve lesionar igualmente o seu adversário, e não apenas ser advertido com cartões amarelos e vermelhos. Apesar da proibição dos árbitros, o futebol segue liberado.

Quem violar a determinação pode ser preso, torturado e morto pelo Estado Islâmico. Nas áreas dominadas pelo grupo, prevalece o "sharia", interpretação da lei islâmica feita pelo EI.
A Síria tem uma seleção oficial reconhecida pela Fifa e disputa as Eliminatórias da Copa do Mundo no continente asiático.
Entre outras proibições estabelecidas pelo Estado Islâmico estão fumar, dançar, assistir a programas de televisão estrangeiros e ter acesso privado a internet — todas consideradas ações ocidentais.

ILHAS SALOMÃO, do Juliano Schmeling. A incrível história da seleção que, em Minas Gerais, se prepara para o Mundial de Futsal


O Supermercados BH/Minas já estava em quadra. No centro da Arena Minas Tênis Clube, o técnico Paulo César Cardoso conversava, orientava, explicava ao elenco o que gostaria de ver no treino. O silêncio tomava conta de quase todo o local. Apenas a voz do treinador podia ser escutada. De repente, um som, diferente de todos aqueles que existem no mundo futsal surgiu e ganhou força. Não eram comandos, incentivos, cobranças vindas da comissão técnica, chutes ou defesas dos goleiros. O som não vinha da quadra ou da arquibancada. Ele vinha do corredor que dá acesso a um dos vestiários da Arena. Em um ambiente pouco iluminado, um grupo de homens, de mãos dadas, fazia um círculo.
O som forte, que podia ser escutado com clareza no corredor e, depois, na casa do futsal minastenista, era uma canção. Uma canção de louvor e agradecimento. Essa é uma prática dos jogadores e da comissão técnica da equipe de futsal das Ilhas Salomão. “A seleção veio de uma igreja. Então, antes dos treinos, damos as mãos, fazemos um círculo e rezamos ou cantamos. Depois do treino, fazemos a mesma coisa. Quando amanhece o dia, também temos uma oração, temos cantos. No fim do dia, temos cantos também. A maioria dos jogadores é evangélica, mas também existem católicos no grupo. Isso é bem da cultura deles. São orações, cantos típicos do país”, contou Juliano Schmeling, de 37 anos, técnico da equipe.
A canção chama tanto a atenção de quem está no local quanto a história do grupo, que deixou um país pequeno, na Oceania, para treinar no Minas Tênis Clube. Mesmo sem tradição no futsal, a equipe se prepara em solo mineiro para a disputa da Copa do Mundo, organizada pela Fifa, e que será disputada em setembro, na Colômbia. A história do futsal das Ilhas Salomão envolve o trabalho missionário de um pastor australiano, jovens apaixonados pelo esporte, treinos em uma igreja e um técnico gaúcho, que já usou até um caminhão para dar carona aos jogadores da seleção.


Cercado pelo oceano

As Ilhas Salomão ficam na Oceania. Um país pequeno, com pouco mais de 500 mil habitantes e, como o próprio nome sugere, formado por várias ilhas. Dos mais variados tamanhos, centenas delas são banhadas pelo Oceano Pacífico. O idioma oficial é o pijin, mas o inglês também está presente. Mesmo assim, mais de 20 línguas podem ser escutadas. Na principal ilha do país, a população é de 150 mil habitantes. Nas menores e mais afastadas da região central, a população pode desenvolver sua própria língua. Nessas ilhas menores, há pouca infraestrutura e oportunidade, o que faz com que muitos jovens tentem a sorte em regiões mais populosas e desenvolvidas. E foi em Honiara, capital do país, que Juliano Schmeling encontrou jovens que cantam e fazem orações antes e depois dos treinos.
Trabalhar nas Ilhas Salomão não é o primeiro desafio que Juliano enfrentou no exterior. Natural do Rio Grande do Sul, o sonho de infância do técnico era ser jogador de futebol. Passou por vários clubes e praticou o esporte até os 19 anos, idade que marcou a entrada para a faculdade. Durante a graduação, começou a trabalhar com futsal, em Veranópolis, no interior do Rio Grande do Sul. Juliano concluiu a faculdade, fez pós-graduação e, após três anos no futsal, foi trabalhar com futebol de campo. A experiência nos gramados durou quatro anos. Depois, apareceu a primeira proposta profissional fora do Brasil.
Em 2011, surgiu o convite para trabalhar no futsal da Nova Zelândia. Fora a oportunidade de viver essa experiência, ainda poderia aprender o inglês, idioma que hoje domina. Arrumou as malas e partiu rumo ao futsal neozelandês. Dois anos depois, surgiu o primeiro trabalho com as Ilhas Salomão. “Isso foi em 2011, e eu fiquei dois anos. No segundo ano de Nova Zelândia, a Confederação da Oceania me fez uma proposta para ir para as Ilhas Salomão e preparar, ajudar a seleção deles para o Mundial, que seria na Tailândia, em 2012. Era um trabalho de duas semanas. Então, fiz parte da comissão técnica. Fizemos toda a preparação na Espanha e fomos para o Mundial na Tailândia”, revelou.
Após a experiência na Copa do Mundo de Futsal de 2012, Juliano foi parar na China. Convidado por um treinador com quem já tinha trabalhado no Brasil, passou duas temporadas no país asiático. Depois de deixar o futsal chinês, Juliano e a esposa foram para a Austrália. Lá, não ficou por muito tempo. Como técnico, ele disputava uma vaga no Mundial de 2016. “Recebi um convite da Fifa, por meio da Confederação da Oceania, para ser instrutor da Fifa. Então, viajo dando cursos em outros países. No ano passado, o patrocinador das Ilhas Salomão me ofereceu um trabalho no país. Quando fui para lá, a federação local entrou em contato comigo e me ofereceu a posição de treinador, para preparar a seleção para as eliminatórias do Mundial. Fui em agosto e comecei a trabalhar em setembro do ano passado. Fizemos um trabalho de três meses. Deu certo, ganhamos e nos classificamos. Na Oceania, apenas um país se classifica para o Mundial. Em março deste ano, comecei a fazer a com eles um trabalho visando o Mundial”, contou.


A superação de adversidades

“Hoje, moro nas Ilhas Salomão. Fica perto da Austrália, são três horas de voo, mas moro lá, porque desenvolvo também um trabalho de futebol de campo, em um clube profissional de futebol. Trabalho com o futebol de campo pela tarde e com a seleção de futsal pela manhã”, contou Juliano.

A jornada do treinador brasileiro é dupla. A dos jogadores, também. “Muitos deles jogam futebol, porque o futebol é o primeiro esporte deles. Gostam do futsal, conhecem, mas não há competição. Eles costumam jogar o futsal mais na rua. O futebol, por outro lado, tem a liga nacional. Os clubes pagam, têm atletas que só vivem do futebol. Temos atletas aqui que jogam o futebol. É por isso que faço o treino de manhã, porque, à tarde, eles vão para o treino de futebol”, complementou o treinador.

Apesar da vaga conquistada para o Mundial, que será realizado em setembro, na Colômbia, a realidade é complicada. Comparado ao Brasil, há grande diferença no nível técnico. Se olharmos para Austrália, China e Nova Zelândia, países onde Juliano trabalhou, os recursos e investimentos no esporte das Ilhas Salomão é menor. Mas o futebol e o futsal são paixões nacionais. E, como se fosse uma história de cinema, as dificuldades são superadas. Hoje, já existem jogadores profissionais nas Ilhas Salomão, mas eles estão no futebol de campo. Mesmo assim, ainda treinam futsal com Juliano Schmeling. Existem, porém, aqueles que não conseguiram atingir o profissionalismo. Alguns dos rostos que serão vistos no Copa do Mundo de Futsal só têm uma refeição no dia, mas, mesmo assim, mostram dedicação e empenho quando entram em quadra.

A paixão pelo esporte é visível nas Ilhas Salomão. Qualquer espaço pode se transformar em um campo de futebol. Não importa se esse campo será grande ou pequeno. Não importa se o campo será próximo das casas, em uma área central ou em uma região cercada por árvores. Para eles, a falta de arquibancada nunca foi um problema. Jogam descalços, na terra, nas ruas, até mesmo com uma bola furada. A falta de traves é rapidamente solucionada com pedaços de madeira, pedras, chinelos ou galhos. Os jogadores são formados, inicialmente, nas ruas. “Não tem nenhuma facilidade, não tem nenhuma infraestrutura. Fazemos nosso treino no concreto. Não há ginásios para treino. O único ginásio que existe é para basquete, mas sem condições de piso, de treino. Não tem competição, não tem liga nacional, mas é uma coisa que a federação quer fazer. Os caras se criam na rua, sem calçado. São apaixonados por futebol, por futsal, pelos brasileiros. Eles jogam o dia todo. Então, a parte técnica individual deles é muito desenvolvida na rua. Eles fazem por conta própria o trabalho de desenvolvimento técnico. Agora é que começa um programa de categoria de base, com escolas que promovem torneios de futsal. A federação quer desenvolver, mas ainda não há o planejamento”, contou o técnico.


Futsal: um futebol no salão... da igreja

No pequeno país da Oceania, há uma forte ligação entre futsal e igreja. Foi um pastor da Austrália, em 2000, o responsável por levar o esporte e apresentá-lo aos jovens das Ilhas Salomão. Os garotos que frequentavam a igreja passaram a conhecer regras, as novas formas de jogo. Um trabalho, mesmo que tímido e com pouco recursos, começou a ser feito. Mas algo que não pode ser esquecido é que a superação faz parte do esporte das Ilhas Salomão. Em 2008, ano de Copa do Mundo de Futsal, disputada no Brasil, as Ilhas Salomão participaram das eliminatórias. A seleção era muito jovem, e o desafio, bem grande. Será que garotos de 15 anos conseguiriam participar de uma competição importante? Será que suportariam a pressão? Conseguiriam uma vaga para o Mundial? Sim, eles conseguiram. A seleção sem apoio, de um país sem tradição no esporte, com pouco investimento e formada por jovens estava entre as maiores equipes do planeta. Sofreram goleadas, mas sabiam que tinham dado um passo importante. “Para eles, foi um salto, porque sair daquela realidade para o Mundial era uma coisa incrível. Eles levaram 21 gols do Brasil, 32 da Rússia, perderam todas as quatro partidas que disputaram, mas foi a partir dali que começaram a entender o que é o futsal”, lembrou Juliano.

Depois de quatro anos, alguns jogadores também disputaram a Copa do Mundo de Futsal, em 2012, na Tailândia. Agora, existem atletas que estarão no terceiro mundial seguido. O caminho para chegar até a competição não foi fácil, e as dificuldades e problemas continuam presentes. Mas a relação com a religião ainda faz a diferença. Juliano comanda os treinos em um salão de uma igreja. O ambiente foi transformado em quadra, traves foram levadas para o local. “Foi o único lugar que eu achei para treinar. É um salão grande, que dá para fazer de quadra de futsal. Levo as traves, fazemos as linhas e treinamos naquela igreja”, disse Juliano.

O treinador lembra de alguns fatos que, para muitos, são impensáveis quando se fala de esporte de alto rendimento. Alguns atletas, às vezes, têm apenas uma refeição por dia. Às vezes, tenho de dar carona para a equipe em um pequeno caminhão. “O dia a dia deles tem muita coisa diferente. E podemos falar disso em todos os sentidos. A gente dá o café da manhã, o que, para alguns, é a única refeição. Lá tem muitas frutas. Se não tem carne, eles vão no mar e pescam. O arroz é barato, comem muita mandioca e batata. Mesmo que alguns só tenham uma refeição no dia, se dedicam muito. Mas o dia a dia é curioso. Minha realidade era pegar um caminhão, pela manhã, e dirigir pela avenida principal. No caminho, pegava os atletas e os levava à igreja. Fazia isso para que eles treinassem”.

Preparação no Minas

A Copa do Mundo de Futsal se aproxima, e o Minas foi o local escolhido pelas Ilhas Salomão para os últimos treinos antes da competição. A estrutura do Clube deixou os atletas felizes e impressionados. Mesmo cientes da dificuldade, o desejo é poder jogar bem no Mundial. “Estou muito feliz de ter trazido eles para o Minas, para essa estrutura. É outro nível para eles, outro mundo, outra realidade. Hoje, eles podem acompanhar a rotina da equipe profissional. Tem sido fantástico, tem sido muito bom para eles. Para o Mundial, sabemos de nossas dificuldades, mas vamos tentar mostrar que somos mais competitivos. No último Mundial, tivemos uma vitória muito importante para a nação, que foi o jogo contra a Guatemala. Estamos em uma fase de transição, de crescimento, mas sabemos que vamos enfrentar dificuldades diante de Costa Rica, Argentina e Cazaquistão. Vão ser três pedreiras, mas queremos jogar bem”, concluiu Juliano.

Fonte: http://minastenisclube.com.br/

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Veranópolis: Programação do Caminhos e Trilhas até o final do ano

Confira e programe-se para caminhar, fazer amigos e cuidar da sua saúde.
Programação do Caminhos e Trilhas até o final do ano.


Contato pelo WhatsApp (54)8402-9288 ou por email: caminhosetrilhasrs@gmail.com.

Vacaria: Glória tem novo presidente e nova diretoria


Em uma breve assembleia na noite de 30 de Agosto o Glória empossou sua nova diretoria, Luiz Schons como seu novo Presidente. Na sua fala de posse salientou que o grande objetivo do Glória é formar uma equipe forte para quem sabe retornar a elite do futebol Gaucho, reconhece as dificuldades, mas, acredita ser possível isso através de um bom planejamento, tanto que um dos seus primeiros atos em conjunto com o vice de futebol que será Dr. Luiz Almond é buscar um Diretor Executivo de futebol.
Quanto ao vice de futebol Dr. Luiz Almond salientou que retorna ao um posto que rendeu a ele muitas alegrias, nos anos 2004 e 2005, era o vice de futebol, e nestas temporadas o Leão da Serra teve seus melhores anos na elite do futebol Gaucho. Questionado Almod disse que ainda nesta semana devem reunir-se com um possível Diretor Executivo de futebol remunerado, e depois disso buscar o treinador para a temporada 2017. 
Nesta nova diretoria do Glória, alguns nomes de dirigentes que já tiveram grandes conquistas pelo clube retornam, Francisco Schio será um dos vice presidentes, ele que é considerados por todos em Vacaria como um dos grandes nomes do Glória ou se não o maior incentivador. Outro que retorna é Celso Gobetti , que em esteve presente nas conquistas da segundona em 2002 e nas campanhas de 2004 e 2005 a onde o clube ficou em terceiro lugar no Gauchão.
O novo vice de futebol Luiz Almond também faz parte desta leva, de dirigentes de sucesso, sendo assim considerada por muitos uma diretoria realmente ambiciosa. Mas vale lembrar as palavras de Luiz Schons e Almond nas entrevistas concedidas após a posse, devemos lembrar e darmos um destaque especial do que foi feito até aqui por todas as diretorias, e principalmente pela anterior capitaneada por Décio Camargo que colocou novamente o Glória na vitrine do futebol de nosso estado.

Fonte: radioesmeralda.com.br

Nova Prata: Jornal Correio Livre destaca garoto do SER Amigos. Joaquim Lucas: a dedicação de um sonhador


Joaquim Lucas dos Santos, 15 anos, vê no futebol mais do que uma paixão pela bola, vê um futuro melhor para a sua família. Sentimento parecido com tantos outros garotos que amam o futebol e almejam ser jogadores. Mas a história de Joaquim Lucas torna-se diferente das demais quando as dificuldades para chegar aos treinos são conhecidas.


Há um ano e meio um amigo de Joaquim, que também treina na Escolinha de Futebol Sociedade Esportiva Recreativa (SER) Amigos, o convidou para conhecê-la. O garoto amou a oportunidade e desde então demonstra muita vontade e determinação para estar presente em todos os treinos.
Joaquim mora na Fazenda da Pratinha e como é o único guri do local que treina, precisa caminhar cerca de cinco quilômetros até pegar o ônibus que o leva para a Afuvi ou São Cristóvão. Os treinos acontecem nas segundas, quartas e sábados. O caminho que precisa percorrer a pé não é um empecilho para que Joaquim desista do seu sonho.
- Quando o dia está frio ou chuvoso, eu falo pra ele ficar em casa, mas ele me responde que não pode faltar, que o seu sonho é se tornar um jogador de futebol - relata a mãe Eliete Soares Santos. Ela sente muito orgulho do filho que para ir aos treinos percorre a pé cerca de dez quilômetros entre ida e volta. 
- Como muitos garotos sonho em me tornar um jogador de futebol, poder dar condições melhores para a minha família, poder ajudá-la financeiramente. O futebol é a minha paixão e treinar tem sido uma oportunidade ímpar, pois tudo que aprendemos levamos para as nossas vidas: a disciplina e o respeito pelos colegas, define Joaquim.
Sandro Araújo, técnico da escolinha, afirma que esta é uma experiência para a vida de Joaquim e pela dedicação que ele apresenta, com certeza é uma criança que precisa ser olhada com outros olhos:
- Acredito que Joaquim terá um futuro brilhante, independente de seguir no futebol ou em outra área, pois a determinação, o foco que ele tem, são de pessoas vencedoras, que batalham e colhem frutos. 
Sandro ainda destaca que o garoto não falta em nenhum treino e quando realmente não pode ir, liga avisando que irá faltar e justifica:
- Em todas as escolinhas nunca vi ninguém com tanto empenho quanto o Joaquim. A motivação dele nos inspira também, os próprios colegas reconhecem o esforço - finaliza Sandro muito entusiasmado com o garoto.

Fonte: Jornal Correio Livre - Nova Prata

Veranópolis: AAV enfrentou a ACBF pela Copa Serrana


Na noite da terça-feira, as categorias sub15 e sub17 estrearam na Copa Nordestão. Os jogos aconteceram no Ginásio Leonir Antônio Farina, contra a tradicional equipe da ACBF de Carlos Barbosa. Antes das partidas, os meninos da sub07 realizaram um jogo treino vestindo pela primeira vez o uniforme de jogo da AAV.


No primeiro confronto da noite os meninos da sub15 não apresentaram um bom futsal e foram derrotados de virada por 2 a 1. A sub17 entrou em quadra para seu primeiro jogo oficial da temporada. O adversário é a atual líder do estadual, mas os veranenses não se intimidaram e fizeram um grande jogo, porém acabaram derrotados por 5 a 2.
A AAV volta à quadra no dia 09 de setembro para enfrentar a Escola Santa Catarina em Caxias do Sul.

Nova Prata: Município sediou 2ª etapa da fase regional dos JERGS.


Nova Prata sediou nos dias 19, 23 e 25 de agosto, a segunda etapa da fase regional dos Jogos Escolares do Rio Grande do Sul – JERGS. As disputas ocorreram nos ginásios Municipal Alcides Tarasconi, no Bairro Santa Cruz, e do Instituto Estadual de Educação Tiradentes.
Os classificados participarão da primeira fase estadual que deverá ser realizada nos próximos dias.
Confira os resultados:

Futsal infantil masculino
1º EMEF Santa Helena - Bento Gonçalves
2º CE Divino Mestre - Paraí
3º EMEF 15 de Novembro - Nova Bassano

Futsal juvenil masculino
1º EEEM Mestre Santa Barbara - Bento Gonçalves
2º EEEM São Roque - Carlos Barbosa
3º CE Divino Mestre - Paraí

Futsal juvenil feminino
1º EEEB Pedro Nunes da Silva – São Jorge
2º IFRS - Bento Gonçalves 
3º CE Alexandre de Gusmão -Montauri

Futsal infantil feminino
1º IEE Tiradentes - Nova Prata
2º EEEB Pedro Nunes da Silva - São Jorge
3º EMEF Mateus Dal Pozzo - Paraí


Escola de base do Veranopolis Esporte clube realizou amistosos no ADF

  No sábado a tarde no ADF aconteceram jogos das categorias de base do Veranópolis Esporte Clube, foram os primeiros amistosos oficiais do P...